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Euler Sandeville, poesias 2009: julho poesia 38
a luz da sala foi cortada
com faca de abraço no fio da lembrança o amor enforcado como raiz envenenada como brutalidade calada o desejo negado cobra a conta paga os carinhos são varridos pelo chão como poeira no cheiro de lavanda aninham-se os restos ardentes encontrando na negação a existência sem fim Euler Sandeville Junior, São Paulo, 26/07/2009, 01:06 |
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