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Euler Sandeville, poesias 2009: janeiro poesia 6
meu doce amor
sei que não vejo senão partículas em suspensão e beijos fissuras evanescentes na pele tessituras de suor e calma que a tudo o que incandesce consomem cinzas ardem ainda formas mundos que não se podem reter na dissolução da chuva verdades fervem no desejo de serem arrastadas como se a testar poder vencer a força desconhecida Euler Sandeville Junior, São Paulo, 16/01/2009, 02:18 |
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